As Aventuras de Nando & Pezão

“Show do Metallica”

Último Capítulo – Pior que isso ...

Putz!!!! Até me esqueci do show. Ah, agora nem sei se eu quero ir. Antes eu pensei que ia com a Lu gostosa, a Lu tesão, a Lu mulata fogosa que todos os homens olhavam e babavam. Mas agora as coisas mudaram, esta aqui não é a Lu, está mais pra Lua, cheia e redonda.

— Não se preocupe, daqui até São Paulo são menos de 2 horas.

— Ótimo!!! Então ainda dá tempo de passarmos num restaurante, não é? Estou com uma fome do caralho!!!

Santa Pixirica, agora eu tenho certeza, eu realmente joguei cocô na cruz.

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Você já viu aquela pegadinha onde aparece uma gostosa pedindo instruções sobre como chegar num determinado lugar e de repente surge uma mocréia no seu lugar? Então, agora eu sei como os manés se sentem. Eu estou me sentindo numa pegadinha, e o pior, sem cachê. Não sei se é loucura minha ou sei lá, mas eu estou até ouvindo o Silvio Santos rindo da minha cara, dizendo: "ma, ma, ma esta pegadinha é muito boa ... Dançando e rodando!!!".

Na verdade eu estou dançando e me fodendo.

O que eu faço agora? A mina está com fome e pelo tamanho da criança ... isso deve comer um cavalo inteiro, só de aperitivo. Eu não estou preparado monetariamente para arcar com um prejuízo desta proporção.

— Nandito, eu estou com fome! Não tem um restaurante aqui perto?

Pensa, Nando, pensa!!! Porra, usa esta merda de cérebro!!! Você não viu aquele documentário do Fantástico? O cérebro humano é a máquina mais complexa que existe, capaz de milhares de processamentos e coisa e tal. Será que o meu só presta pra pensar em fuqui-fuqui?

— Sim, conheço um restaurante aqui perto.

— Obaaaaaaaaaa!!! Com a fome que eu estou sou capaz de comer um boi.

Pelo seu tamanho eu diria que até dois.

Eu sou um gênio. Vou levá-la num lugar aqui pertinho, vocês até já conhecem ... o Bar do Gordo!!! Hahahaha ... Estão vendo? Meu cérebro funciona quando eu preciso. Vou matar dois coelhos com uma cassetada só. Lu vai comer aquela maldita gororoba lá do Gordo e não vai nem pensar em show, a única coisa que ela vai querer ver é uma bela e resistente privada, aí eu faço beicinho e fico com os dois convites para ver o Metallica!!! Eu sou foda!!! Tem hora que até eu me espanto com a minha mente maligna. Pra completar a cena só falta eu colocar a ponta do dedo mindinho no canto da minha boca e dar aquele sorrisinho de Dr. Evil. Porra, se você não sabe quem é Dr. Evil passa na locadora e aluga Austin Powers, né? Se liga.

Puta merda, tremendo mico andar com a Lu pelas ruas da cidade. Ela está tão gorda que chama a atenção de todo mundo. O problema são os "elogios" carinhosos que a galera grita pra ela:

— Eu não sabia que baleia anda!!!

— Oh, filhote de hipopótamo!!!

— Gorda, baleia, saco de areia ... comeu banana podre, morreu de caganeira!!!

Entre outros ...

Meu, sacanagem!!! Eu tiro sarro, mas é de boa, não tenho a moral de falar isso pra ela. Coitada da Lu.

Eu notei a Lu aloprando com o povo, até que ela desabafou:

— Vocês paulistas são uma raça filha da puta mesmo, hein!!! Caralho.

Eis que surge alguém na nossa frente, nem eu nem a Lu vimos direito, quando dei por mim o acidente de trem já havia ocorrido. Lu atropelou alguém com sua banha. O coitado do rapaz quase morreu esmagado. Quando consegui puxar a jamanta de cima dele, para meu espanto, adivinhem quem era!!!

— O que é isso, meu camaradinha? Soltar balão é proibido.

Sim, ele mesmo ... Pigmeu. Putz, ninguém merece.

A Lu ficou puta da vida com ele.

— Oh, seu bostinha, balão é a puta que lhe pariu!!!

Pigmeu olhou bem pra mim, deu uma piscada longa, e soltou:

— Nando, que irado, seu balão fala!

Meu, eu tive de me segurar pra não rir. Esta foi foda!!!

— Porra, Pigmeu, segura sua onda! — eu disse. — Esta é minha amiga Lu.

— Mas que cara folgado! — disse ela, tentando se levantar. — Balão! Balão é a mãe!!!

Pigmeu ficou olhando para a Lu com uma cara meio desconfiada, eu estou com medo do que ele vai dizer ... acho que se ele disser alguma besteira a Lu vai socar a mão nele, sem dó e sem piedade.

Xiiiiiiiiii, lá vem ... Pigmeu desferiu um tapão nos peitos da Lu. A gorda se estatelou no chão.

— Cara, o que é isso? — gritei, meio que no reflexo.

— As joaninhas estavam atacando o seu balão, Nando.

Acreditem se quiser, mas a Lu saiu do chão e partiu pra cima do Pigmeu. Que pena que não tinha ninguém do Discovery Channel por perto, pois daria uma bela imagem para um documentário sobre hipopótamos ferozes perseguindo uma presa.

Por mais surpreendente que possa ser, a Lu conseguiu pegar o Pigmeu. Eu acho que ele realmente estava vendo um balão, pois tomou um puta susto quando a Lu caiu por cima dele com murros e chutes. Galera, deu até pena do maluco. A gorda socou tanta porrada nele que ao invés de ver joaninhas iradas ele vai ver estrelinhas iradas por um longo tempo. Pobre Pigmeu.

E finalmente chegamos ao Bar do Gordo. Todas as vezes que eu entrei neste lugar eu sempre evitei olhar para as gororobas nojentas que ficam expostas por dentro do balcão sujo, mas hoje foi justamente a primeira coisa que eu olhei. Rezei para estar cheio daqueles quibes que, só de olhar, já me embrulham o estômago e causam arrepios. Coxinhas super gordurosas e os já famosos ovos cozidos do Gordo. Se algum dia a ONU fizer uma investigação meticulosa vai descobrir que o Bar do Gordo é uma verdadeira fábrica clandestina de armas químicas. Iraque é fichinha.

Entramos e sentamos numa mesinha bem lá no fundo. Por sorte o bar estava praticamente vazio. A Lu ficou meio desconfiada com o lugar. Não é pra menos, o bagulho é realmente nojento.

— Puta merda, Nandito!!! Não tinha um lugarzinho melhor? 

— Esquenta a cuca não, Lu, o bar é modesto, mas a comida ... puuuta merda!!! Não existe salgado mais gostoso do que os do Gordo.

— É mesmo, é? Porra, os quibes me parecem deliciosos mesmo.

Vi saliva escorrer pelos cantos dos lábios da Lu. Caralho, ás vezes nem parece a mesma pessoa. Será que este projeto de elefante é mesmo a minha Lu? Não é possível.

O Gordo se aproximou de nós, colocou a mão no meu ombro e disse:

— Nossa, Nando, não vai me apresentar sua namorada?

Namorada??? Ah, fala sério, Gordo.

— Não é minha namorada.

— Somos grandes amigos. — disse ela, sorrindo para o Gordo.

— Hmmmmmmmmm!!! Amigos? Que bom!

Xiiiiiiiiiiii, Marquinho!!! É impressão minha ou pintou um clima? Puta merda, imaginem estes dois trepando, não há cama no mundo que resista ao peso total.

— Qual o seu nome, gracinha? — perguntou ele, quase a despindo com os olhos esbugalhados.

— Gracinha? Nossa, obrigada. Meu nome é Luciane, mas pode me chamar de Lu. E o seu?

— Na verdade eu nem lembro qual é meu nome. Todos me chamam de Gordo.

— Muito prazer, Gordo.

O Gordo pegou na mão gorda da Lu e deu-lhe um beijo. Não acredito no que os meus olhos estão vendo. Tem alguma coisa muito errada nisso tudo. Parece filme dos anos 20 isso aqui, mas o cenário e os protagonistas do filme não ajudam nem um pouco. Logo após o Gordo retirar seus lábios nojentos da mão da Lu uma mosca asquerosa pousou no lugar. Que nojo!!! Ela sacudiu a mão e o mosquito voou longe, passando bem à minha frente. A mosca era tão grande que fazia um esforço enorme para voar.

— O que vocês vão querer? — perguntou o Gordo, olhando fixamente para sua musa inspiradora.

— Seis quibes, duas coxinhas e me vê alguns daqueles ovos cozidos também. — disse a Lu, babando. — Ah, e um guaraná! Mas diet, eu estou de regime.

Regime? Caralho! Imagine se não estivesse.

Após anotar tudo no seu caderninho velho ele olhou pra mim.

— Eu não quero nada, obrigado. — falei.

Sai fora!!! Não como nada que passe a menos de quinhentos metros deste bar. Eu dou valor à minha vida, não é? Eu, hein!!!

Em menos de um minuto já estava tudo sobre a nossa mesa. Nunca vi o Gordo atender um freguês com tanta eficiência. Será amor à primeira vista? Colocou tudo delicadamente sobre a mesa e sentou-se conosco.

— Perdoe-me, minha querida, mas não tenho guaraná diet. Serve uma Tubaína?

— Tubaína? — perguntou ela.

— Pode aceitar, Lu, é coisa boa. — eu falei. 

Puta merda, agora meu plano não falha nem a pau. Já imaginou o rebosteio que vai acontecer naquele estômago? Quibe, coxinha, ovos e Tubaína. Se jogarem a Lu de um avião poderia causar uma explosão nuclear, não tenho a menor dúvida.

O Gordo trouxe a Tubaína e agora ficou sentado ainda mais próximo da Lu. Gamou mesmo. Só de olhar para aquele pratinho gorduroso com salgados de origem desconhecida eu já fiquei de estômago revirado. Preciso mirar num ponto e manter meu olhar fixo nele, assim eu evito os salgadinhos do inferno. Ah, já sei, tem um cartaz de marca de cerveja na parede ... e como sempre tem uma puta gostosona segurando uma latinha. Resolvido meu problema.

— Nando, puta merda, você que é um rapaz inteligente, ajuda seu amigo aqui.

— Desembucha, Gordo, vamos ver se posso ajudar.

Enquanto isso meu olhar continua fixo no cartaz. Eu que não me atrevo a olhar para a Lu mordiscando os salgados nojentos. Sinto vontade de vomitar só de imaginar a cena.

O Gordo prosseguiu:

— Eu estou com um problema sério.

Dei uma pequena desviada de olhar e perguntei:

— O que você tem?

— Eu tenho vergonha de contar.

— Ah, que nada, conta! O Nandito é um menino inteligente, vai lhe ajudar. Não vai, Nandito?

— Claro, vou sim.

— Então eu conto. Sabe o que é, toda noite eu sinto vontade de ... evacuar.

— Hã?

— Ah, sabe como é, cagar!!!

Hahahaha.... Puta merda, o Gordo sabe mesmo como impressionar uma mulher, hein!!! A Lu comendo e ele me vem com uma dessa! Hahaha..... Se bem que os salgados dele também são uma ... merda.

— Sim, mas e daí? — perguntei.

— Então, mas eu sinto vontade de cagar quando estou dormindo.

— Levanta e corre para a privada, caralho!!! Simples.

— Porra, mas eu já disse ... é quando estou DORMINDO!!!!

— Caralho! Então você acorda ...

— Sim, todo cagado.

Neste momento a Lu teve um ataque de risos tão grande que eu pensei que ela ia morrer engasgada com um pedaço de coxinha. Ela ria tanto que parecia uma hiena gorda grávida esperando uma ninhada de 20 hieninhas.

E a risada não parava. Todos que passavam em frente ao bar paravam para ver o que era aquilo. De repente foi acumulando uma multidão para observar aquela cena bizarra, uma baleia com um ataque de risos.

Pobre Gordo, não sabia onde enfiar a cara, estava super constrangido. E a Lu rindo, sem parar, sem pausa, ria e ria e ria e ria e ria.

De repente ela desabou sobre a mesa, seu corpo caiu em cima do prato vazio. Não acredito, ela comeu os seis quibes, as duas coxinhas e todos os ovos cozidos. Para completar, a garrafinha de Tubaína estava completamente vazia.

Da porta do bar surgiram os primeiros gritos histéricos:

— A gorda morreu!!! A gorda morreu!!!

Fiquei assustado, ela não me parece nada bem. Sua cor está pálida.

A multidão invadiu o bar. Alguns tentavam sacudi-la, mas seu peso era grande e eram necessários três ou mais homens para isso.

— Lu, fala comigo!!! — gritei, dando leves tapas no seu rosto.

Mas nada.

— A gorda morreu!!! A gorda morreu!!! — gritou um mendigo, parado na frente do bar.

— Chame um médico, Gordo!!! — eu falei.

De repente o mendigo gritou:

— Eu posso ajudar, eu posso ajudar!

— Vai tomar no seu cu, vagabundo! — gritou o Gordo.

— Eu já fui enfermeiro. — disse o mendigo.

— Então entra aqui, porra! — gritei, desesperado. — Dá uma ajuda pra nós!

Olhei puto para o Gordo:

— Você vai chamar uma ambulância ou não? Acorda, Gordo!!! Você vai perder o grande amor da sua vida, cara!

Ele me olhou espantado, e respondeu:

— Grande amor da minha vida? Ficou louco? Eu só queria comer a gordinha, nada mais.

O mendigo entrou e começou a tirar todo mundo de perto da Lu. Ela estava cada vez mais pálida. 

— Saiam de perto! Saiam de perto! Preciso de espaço. Aparentemente ela teve um ataque cardíaco.

Fiquei observando o mendigo e notei algo muito estranho, ele ficava apalpando muito a Lu, principalmente nos peitos e nas pernas. Eu acho que este mendigo é um tarado filho da puta, isso sim.

— Ela vai ficar bem? — perguntei.

— Sim, só preciso fazer um teste, enfiar o dedo no cu dela.

Puuuuuuuuuuta merda. Era só o que me faltava. Quando ele se preparou para descer a calça da Lu eu caí de porrada no mendigo. Meu, ninguém merece!!! Olha o cara!!!

Demos um cassete no mendigo folgado e jogamos ele pra fora do bar.

Minutos depois a ambulância chegou. Foram necessários seis homens para carregá-la. Na falta de um parente eu fui com ela para o hospital. Pobre menina gorda. Será que eu a matei? Não, ela é gorda demais, não conseguiria passar pelos portões do céu. E o inferno já está cheio de gente, não teria lugar para alguém do tamanho dela. Mas se ela não for para o céu nem para o inferno a alma dela vai ficar por aqui ... vagando sem rumo. Estou fodido, é claro que ela vai fazer de tudo pra me sacanear.

Quando chegamos ao hospital os enfermeiros me deixaram sozinho com a Lu. Lembrei que os convites para o show estão com ela. Meu, seria muita indelicadeza de minha parte retirá-los dela? Poxa, ela não vai poder usá-los mesmo, não é? Bom, indelicadeza ou não ... aqui vou eu.

Enfiei minhas mãos delicadamente nos seus bolsos da camisa. Não achei nada. Olhei para fora da ambulância e não vi nenhum dos enfermeiros. Coloquei as mãos nos bolsos da calça. Achei alguma coisa, mas não os convites, é apenas um pedaço de chocolate. Que nojo! O jeito é continuar procurando. Sobraram apenas dois bolsos, os de trás. Mas como vou conseguir fazer isso? Eu jamais conseguiria virá-la de bruços sozinho. Sei lá, não custa nada tentar.

— O que você pensa que está fazendo? — gritou um dos enfermeiros, quase me matando de susto.

Eu estava com as duas mãos sob o corpo gordo da Lu. Uma cena nada bonita.

— Eu? Ela estava fazendo uns sons estranhos, aí eu tentei ....

— Rapaz, como você pode pensar em sexo numa hora dessas?

— Sexo? Que sexo? Eu só estava ...

— Você estava passando a mão na bunda da gorda?

— Eu? Não!!! Eu ....

— Pervertido filho da puta!!! Eu já vi isso na internet, você deve ser um daqueles pervertidos que gostam de gordinhas, não é? Após o exame da moça eu vou dar queixa na polícia.

— Mas eu não estava fazendo nada disso!

Um médico e outros dois enfermeiros vieram socorrê-la. O enfermeiro histérico começou a tagarelar para os companheiros:

— Este filho da puta aí estava tentando abusar da gorda, vocês acreditam nisso?

O médico olhou pra mim e disse:

— Porra, você é louco? Se ela fosse bonitinha eu até entenderia, mas....

Explodi de raiva.

— Caralho, vocês comeram cocô??? Eu não fiz nada disso!!! Eu só estava tentando pegar ....

— Pior ainda!!! — disse o outro enfermeiro. — Estava tentando roubar a carteira da gorda??? 

— Mas que filho da puta!!! — disse o médico.

Galera, eu fiquei tão puto que estava prestes a explodir em dez mil pedacinhos.

— Vocês vão cuidar da minha amiga ou não??? — gritei.

Eles me olharam putos da vida, mas pelo menos a voz da razão falou mais alto. Pegaram a maca e levaram a Lu para dentro do hospital.

Fiquei mais de duas horas esperando por uma notícia, mas ela veio:

— Sua amiga vai ficar bem. Um ossinho de frango obstruiu sua respiração, mas agora ela está bem.

Puuuuuuuuuuuuuuta merda!!! Acho que nunca me senti tão aliviado em toda a minha vida. A Lu está bem, iiiiiiiiiça!!!! Será que os convites também estão?

Uma enfermeira me levou até o quarto. Nem preciso dizer que fui observando o requebrar de sua bunda, não é? Hehehe .... o que eu posso fazer? Sou homem, olhar bunda é algo que já nasce com a gente, mesmo em situações críticas e tensas.

Entrei no quarto e me dei conta de uma coisa ... a Lu estava com aquele roupão de hospital. Cadê suas roupas??? Procurei por todos os cantos do quarto, mas nem sinal delas.

— O senhor está procurando alguma coisa? — perguntou a enfermeira.

— Sim, as roupas da minha amiga.

Quando olhei para trás vi dois enfermeiros passando pelo corredor, rindo feito hienas gozando. Eles perceberam que eu os observava, pararam, e um deles disse para mim:

— Era isso que você estava procurando? — ele retirou um pedaço de papel do bolso do jaleco e o sacudiu no ar. Era um dos convites para o show. Em seguida o outro enfermeiro fez a mesma coisa.

Santa Pixirica!!! Filhos da puuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuta!!!

Resumindo:

1) Não fui no show. Os enfermeiros filhos da puta ficaram com os convites.

2) A Lu ficou morando comigo por três semanas. E vocês não imaginam o que é ter uma gorda com problemas estomacais vivendo no seu quarto por 21 dias. O inferno é fichinha.

3) Pezão foi no show, conheceu os caras e ainda ficou amigo do baterista. Fala sério.

4) E pra terminar .... não comi ninguém neste episódio.

Pior que isso ... só se alguém tivesse comido o meu cu.

Nem vem!!!

( FIM )